Como adequar o Simples Nacional às regras da Reforma Tributária e do IVA Dual
Como adequar o Simples Nacional às regras da Reforma Tributária e do IVA Dual Use este processo para auditar o enquadramento, calcular o Simples Nacional e avaliar a opção pelo recolhimento regular de IBS e CBS diante da Reforma Tributária. O que você vai fazer? Você vai revisar o enquadramento societário e fiscal de microempresas e empresas de pequeno porte conforme a Lei Complementar nº 123/2006. Também vai calcular a apuração mensal nos anexos, analisar a competitividade nas relações B2B e B2C e simular a opção de tributar o IBS e a CBS no regime regular por fora ou manter o recolhimento unificado no PGDAS-D. Quando usar? Quem participa? Antes de começar Princípio: Avalie o impacto da restrição de créditos para adquirentes B2B no recolhimento unificado e utilize simulações comparativas para embasar a escolha do enquadramento comercial. Como fazer 1. Realizar auditoria de enquadramento e conformidade societária Verifique a situação cadastral e societária da empresa para confirmar a elegibilidade ao Simples Nacional com base na Lei Complementar nº 123/2006. Resultado esperado: Relatório de conformidade cadastral com parecer fundamentado na LC nº 123/2006. 2. Calcular a alíquota efetiva e apurar o Simples Nacional Determine o valor devido no PGDAS-D aplicando a metodologia correta de cálculo com base na receita bruta acumulada. Resultado esperado: Planilha de apuração com memória de cálculo detalhada por anexo e extrato simulado do PGDAS-D. 3. Mapear os impactos da Reforma Tributária e do IVA Dual Analise a convivência do regime simplificado com os novos tributos instituídos pela Emenda Constitucional nº 132/2023 e pelas Leis Complementares nº 214/2025 e nº 227/2026. Resultado esperado: Mapa conceitual estruturado com os marcos legislativos e cronograma de transição gradual entre 2026 e 2033. 4. Simular cenários de recolhimento regular de IBS e CBS por fora Avalie a viabilidade de adotar o modelo híbrido de tributação para otimizar a competitividade comercial. Resultado esperado: Relatório de viabilidade tributária e recomendação de enquadramento comercial para a empresa. O que pode dar errado? Perda de competitividade em vendas B2B A restrição de créditos de IBS e CBS no recolhimento unificado do Simples Nacional pode afastar clientes empresariais que necessitam de créditos integrais.Como prevenir: Simule a opção pelo recolhimento regular de IBS e CBS por fora utilizando a Calculadora RTC para preservar a atratividade comercial. Como verificar se funcionou? Rotina recomendada de acompanhamento Checklist rápido Quer se aprofundar? Este guia apresenta uma visão prática e resumida do tema. O conteúdo completo original detalha aspectos históricos das propostas legislativas, a governança operacional do Comitê Gestor do IBS (CGIBS), o contencioso administrativo da reforma e oficinas laboratoriais aprofundadas com simulações via API da Receita Federal.
Como ajustar custos, apuração de IBS/CBS/IS e precificação com a LC nº 214/2025
Como ajustar custos, apuração de IBS/CBS/IS e precificação com a LC nº 214/2025 Use este guia para integrar a contabilidade de custos às regras da Reforma Tributária, substituindo o cálculo por dentro pelo modelo por fora e recompondo o mark-up. O que você vai fazer? Capacitar os processos de custos, precificação e apuração fiscal para atender à Lei Complementar nº 214/2025. O processo envolve auditar componentes de custos, calcular débitos e créditos do IVA Dual, operar o Split Payment e reformular a formação de preços de venda por fora. Mensure os impactos econômico-financeiros nas demonstrações e nos indicadores de rentabilidade da organização. Quando usar? Quem participa? Antes de começar Princípio: A transição exige a substituição do cálculo de tributos por dentro pelo modelo por fora e a garantia da não cumulatividade plena. Como fazer 1. Mapear os impactos e adequar os documentos fiscais Faça o diagnóstico organizacional dos impactos da LC nº 214/2025 nos processos de TI, compras, faturamento e contabilidade. 2. Apurar IBS, CBS e Imposto Seletivo Calcule a incidência e os tributos aplicados às transações corporativas. 3. Estruturar a contabilidade e os custos aplicados Classifique os gastos e aplique métodos de custeio com insumos desonerados. 4. Reformular a formação de preços e mensurar impactos financeiros Converta a precificação para o modelo por fora e avalie os reflexos nas demonstrações. O que pode dar errado? Incompatibilidade nos sistemas de faturamento e ERP O uso contínuo das regras de cálculo por dentro ou falhas na parametrização dos novos CSTs e da Apuração Assistida geram incorreções nos créditos tributários.Como prevenir: Atualizar os sistemas corporativos com as fórmulas de mark-up por fora e validar os cálculos com a Calculadora RTC oficial. Como verificar se funcionou? Rotina recomendada de acompanhamento Checklist rápido Quer se aprofundar? Este guia apresenta uma visão prática e resumida do tema. O conteúdo completo aprofunda os aspectos normativos da LC nº 214/2025, o ecossistema detalhado de documentos fiscais eletrônicos, os métodos avançados de contabilidade de custos industriais e a modelagem matemática exata para a recomposição de mark-up setorial.
Como classificar mercadorias na NCM e integrar com o cClassTrib na Reforma Tributária
Como classificar mercadorias na NCM e integrar com o cClassTrib na Reforma Tributária Este guia ajuda classificadores fiscais, analistas e contadores a determinar códigos NCM, estruturar consultas na RFB e parametrizar o cClassTrib e CST conforme a LC nº 214/2025. O que você vai fazer? Você vai dominar as técnicas de classificação fiscal de mercadorias no Sistema Harmonizado (NCM/SH), aplicar as Regras Gerais de Interpretação (RGI), realizar processos de consulta formal na Receita Federal do Brasil e parametrizar as tabelas de classificação tributária (cClassTrib, CST e cCredPres) para a apuração de IBS e CBS. Mitigue penalidades por enquadramento indevido e garanta a precisão na emissão de documentos fiscais e apuração assistida. Quando usar? Quem participa? Antes de começar Princípio: A NCM correta é pré-requisito indispensável para a localização e aplicação do cClassTrib e CST corretos. Como fazer 1. Aplicar os fundamentos da classificação e o Sistema Harmonizado 2. Analisar a estrutura da NCM e os riscos em documentos fiscais 3. Aplicar as Regras Gerais de Interpretação (RGI) e NESH 4. Estruturar o processo de consulta sobre classificação fiscal na RFB 5. Parametrizar o cClassTrib, CST e cCredPres na Reforma Tributária O que pode dar errado? Utilização de NCM genérica ou incorreta Terminadas em 99 ou desatualizadas perante as revisões do SH.Como prevenir: Realizar auditoria periódica nos cadastros de itens da empresa. Falha na parametrização do cClassTrib e CST Erro na associação entre o que é o produto (NCM) e o regime legal aplicável.Como prevenir: Validar a matriz de amarrações no Simulador da Calculadora RTC antes da emissão de documentos fiscais. Como verificar se funcionou? Rotina recomendada de acompanhamento Checklist rápido Quer se aprofundar? Este guia apresenta uma visão prática e resumida do tema. O conteúdo completo aprofunda a mecânica detalhada de todas as Regras Gerais de Interpretação do Sistema Harmonizado, a análise de jurisprudência das Soluções de Consulta da RFB, o uso avançado do motor offline via API da Calculadora RTC e a construção de manuais corporativos de governança fiscal.
Como adequar contratos corporativos e públicos à Reforma Tributária
Como adequar contratos corporativos e públicos à Reforma Tributária Use este guia para estruturar reequilíbrios financeiros, redigir cláusulas de preço e transição, e gerenciar o impacto do Split Payment em contratos. O que você vai fazer? Adequar contratos públicos e privados à Reforma Tributária do Consumo, aplicando institutos de revisão contratual, redigindo novas cláusulas de preço e estabelecendo salvaguardas para o aproveitamento de créditos tributários. Quando usar? Ao revisar contratos vigentes afetados pela extinção de tributos (PIS, COFINS, ICMS, ISS) e introdução do IBS e da CBS, ao redigir novos contratos mercantis ou administrativos, e ao negociar repactuações de longo prazo. Quem participa? Antes de começar Tenha em mãos a legislação aplicável (Constituição Federal EC nº 132/2023, Código Civil, Lei nº 14.133/2021, LC nº 214/2025, LC nº 227/2026, Decreto nº 12.955/2026 e Resolução CGIBS nº 6/2026) e acesso à Calculadora de Tributos do Consumo (Projeto RTC / Receita Federal do Brasil) para gerar memórias de cálculo. Como fazer 1. Analisar os impactos e fundamentar o reequilíbrio contratual Avalie a transição tributária como evento extraordinário e imprevisível nos contratos vigentes. 2. Redigir cláusulas de preço por fora e transparência fiscal Substitua os preços fechados com tributos inclusos por modelos baseados no cálculo por fora. 3. Disciplinar o Split Payment e a quitação da fatura Regule contratualmente a segregação instantânea de tributos e os efeitos no fluxo financeiro. 4. Estabelecer garantias de crédito e compliance fiscal Proteja o direito ao aproveitamento de créditos vinculando o pagamento à regularidade fiscal. 5. Adequar contratos complexos e de longo prazo Aplique regras específicas de transição conforme a modalidade contratual. O que pode dar errado? Inadimplência tributária do fornecedor e glosa de créditos O adquirente perde o direito ao crédito tributário se o fornecedor não extinguir o débito correspondente.Como prevenir: Condicione o pagamento à comprovação da baixa do débito, insira cláusulas de retenção preventiva e estabeleça obrigação de indenização por glosa fiscal. Bitributação ou ambiguidade em contratos legados Cláusulas genéricas com impostos inclusos podem gerar bitributação ou conflitos na transição para o IBS e a CBS.Como prevenir: Atualize a carteira contratual eliminando sistemas de preço por dentro e adote o destaque obrigatório por fora com base nas memórias de cálculo da Calculadora RTC. Como verificar se funcionou? Rotina recomendada de acompanhamento Checklist rápido Quer se aprofundar? Este guia apresenta uma visão prática e resumida do tema. O conteúdo completo original aprofunda a fundamentação jurídica detalhada nas leis complementares e decretos da reforma, além de oferecer oficinas de redação e simulações complexas de negociação para cada modalidade contratual.
Como adequar o faturamento e a emissão de notas fiscais à Reforma Tributária e à NT 2025.002
Como adequar o faturamento e a emissão de notas fiscais à Reforma Tributária e à NT 2025.002 Use este guia para operacionalizar a emissão de Notas Fiscais Eletrônicas sob a Reforma Tributária do Consumo, parametrizar o XML conforme a NT 2025.002 e tratar operações especiais. O que você vai fazer? Você vai estruturar os procedimentos do departamento de faturamento para lidar com a transição tributária, o cálculo de IBS, CBS e Imposto Seletivo, a inclusão do Grupo UB no XML e a emissão de documentos para operações especiais. O guia abrange desde o saneamento cadastral de itens até a validação de arquivos no ambiente de homologação. Quando usar? Quem participa? Antes de começar Princípio: Aplique a metodologia de cálculo “por fora” para IBS e CBS, determinando o local da operação com base no princípio do destino. Como fazer 1. Mapeie os fundamentos e calcule os tributos do IVA Dual Resultado esperado: Planilha de cálculo de tributos preenchida com memória de cálculo estruturada e fundamentação legal. 2. Realize o saneamento dos cadastros fiscais Resultado esperado: Matriz de conferência cadastral saneada e resoluções de rejeições técnicas de NF-e. 3. Parametrize o leiaute da NF-e conforme a NT 2025.002 Resultado esperado: Arquivos XML gerados, validados no validador oficial de NF-e sem inconsistências. 4. Emita Notas de Débito, Notas de Crédito e Eventos Resultado esperado: Documentos emitidos com eventos associados e integrados à apuração. 5. Trate operações especiais e não onerosas Resultado esperado: Dossiê de faturamento com enquadramento de local da operação, CFOP, CST e parâmetros XML para operações especiais. O que pode dar errado? Rejeições por inconsistência no XML da NT 2025.002 [Erros de preenchimento nos novos grupos de IBS, CBS, IS ou no código cClassTrib.] Como prevenir: Valide os arquivos XML gerados utilizando os validadores oficiais de NF-e e os esquemas XSD atualizados antes do envio para produção. Erros na determinação do local da operação [Divergências na partilha do IBS entre Estados e Municípios.] Como prevenir: Utilize a matriz de operações especiais e consulte o art. 11 da LC 214/2025 para enquadrar corretamente operações internas e interestaduais. Como verificar se funcionou? Rotina recomendada de acompanhamento Quer se aprofundar? Este guia apresenta uma visão prática e resumida do tema. O conteúdo completo aprofunda a leitura detalhada da legislação (LC nº 214/2025, LC nº 227/2026, Decreto nº 12.955/2026 e Resolução CGIBS nº 6/2026), simulações laboratoriais avançadas no Portal RTC e a construção integral de um Manual Operacional de Faturamento.
Como aplicar as novas regras fiscais de compras e vendas na Reforma Tributária
Como aplicar as novas regras fiscais de compras e vendas na Reforma Tributária Use este guia para adequar rotinas de compras, formação de preços e gestão de fluxo de caixa conforme o Decreto nº 12.955/2026 e a Resolução CGIBS nº 6/2026. O que você vai fazer? Você vai reestruturar os processos de compras, vendas e precificação para operar sob o modelo do IVA Dual, considerando o princípio do destino, o cálculo do custo efetivo, a precificação por fora e a retenção via Split Payment. O objetivo é substituir a visão de custo com imposto pela de crédito recuperável, homologar fornecedores seguros e mitigar impactos no capital de giro. Quando usar? Quem participa? Antes de começar? Princípio: Transição da mentalidade de custo com imposto embutido para a visão de crédito recuperável e desoneração da cadeia com base no princípio do destino. Como fazer 1. Analisar as propostas de compras considerando o custo efetivo Resultado esperado: Planilha de equalização de propostas preenchida com a indicação do fornecedor de menor custo efetivo e homologação fiscal concluída. 2. Recompor a precificação de vendas com cálculo por fora Resultado esperado: Proposta comercial formatada com preço líquido, destaque de IBS/CBS e memorial descritivo dos benefícios fiscais. 3. Adequar a emissão da NF-e e mitigar impactos do Split Payment Resultado esperado: Relatório de impacto financeiro do Split Payment com modelo de conciliação entre pedido de venda, classificação na NF-e e fluxo de tesouraria. O que pode dar errado? Glosa de créditos fiscais Uso de créditos decorrentes de notas fiscais inidôneas ou fornecedores com débitos em aberto.Como prevenir: Realizar a verificação rigorosa de idoneidade e regularidade fiscal perante a RFB e CGIBS antes de homologar e fechar com o fornecedor. Bloqueio de crédito ou retenção indevida Divergências cadastrais na emissão da nota fiscal, como erros no NCM, NBS, CST ou cClassTrib.Como prevenir: Auditar o cadastro de itens e revisar os dados da NF-e antes da emissão para garantir a acurácia exigida pelo Split Payment. Perda de capital de giro Impacto do recolhimento instantâneo do imposto via Split Payment sem o devido ajuste nos prazos comerciais.Como prevenir: Recalcular as políticas corporativas de prazos de recebimento e pagamento (PMR/PMP) considerando o fluxo de caixa sob a nova mecânica de pagamento. Como verificar se funcionou? Rotina recomendada de acompanhamento Checklist rápido Quer se aprofundar? Este guia apresenta uma visão prática e resumida do tema. O conteúdo completo aprofunda os fundamentos jurídicos da LC nº 214/2025, simulações avançadas em laboratório com a Calculadora RTC e dinâmicas de role-playing para negociações complexas entre áreas de compras e vendas.
Como adequar documentos fiscais eletrônicos à CBS e ao IBS
Como adequar documentos fiscais eletrônicos à CBS e ao IBS Use este guia para executar a adequação operacional dos Documentos Fiscais Eletrônicos às exigências do Decreto nº 12.955/2026 e da Resolução CGIBS nº 6/2026. O que você vai fazer? Você vai mapear obrigações, parametrizar cadastros e campos XML, gerenciar a idoneidade e eventos fiscais, e operar fluxos de apuração assistida e split payment. O processo garante a conformidade perante os ambientes nacionais de dados e assegura a apropriação de créditos tributários. Quando usar? Quem participa? Antes de começar Princípio: O documento fiscal eletrônico passa a ser o requisito operacional primário para crédito e fiscalização contínua, tendo caráter declaratório e confissão de dívida. Como fazer 1. Mapear o marco regulatório e os modelos de DF-e Compreenda o arcabouço normativo da Emenda Constitucional nº 132/2023, Leis Complementares nº 214/2025 e nº 227/2026, Decreto nº 12.955/2026 e Resolução CGIBS nº 6/2026, identificando os tributos substituídos e as competências da Receita Federal do Brasil, do Comitê Gestor do IBS e demais órgãos. Resultado esperado: Matriz de enquadramento de documentos fiscais por tipo de operação e mapeamento das competências institucionais. 2. Executar o saneamento cadastral e a parametrização do XML Atualize os cadastros e configure os novos campos exigidos para a CBS e o IBS no arquivo XML. Resultado esperado: Planilha de saneamento cadastral com correlação de itens, códigos e regras de segregação. 3. Gerenciar autorização, idoneidade, contingência e eventos fiscais Controle o ciclo de vida dos documentos fiscais para evitar a perda de créditos e autuações por documentos desacobertados. Resultado esperado: Fluxograma operacional de contingência e protocolo de conferência de idoneidade de DF-e. 4. Operar a apuração assistida e o split payment Conecte o destaque do imposto à extinção do débito e à apropriação de créditos. Resultado esperado: Relatório de conferência de conta corrente tributária com conciliação de split payment. 5. Parametrizar operações especiais Configure a emissão de documentos fiscais para situações específicas da operação empresarial. Resultado esperado: Guia de parametrização de operações especiais com memórias de preenchimento de campos XML. 6. Estruturar o plano de adequação, testes e governança Valide o sistema e organize a atuação conjunta das áreas internas e fornecedores de software. Resultado esperado: Dossiê do plano prático de adequação contendo checklist, questionário ao ERP e matriz de governança. O que pode dar errado? Perda de créditos por inidoneidade documental O uso de documentos fiscais sem autorização de uso válida ou em operações desacobertadas impede a apropriação de créditos e gera riscos de autuação. Como prevenir: Valide a autorização de uso, chave de acesso e protocolo antes de aceitar notas de entrada, e mantenha rigor no fluxo de contingência. Erros na segregação de fornecimentos múltiplos A falta de separação correta de itens com tributações distintas na mesma nota fiscal compromete o cálculo da CBS e do IBS. Como prevenir: Execute o saneamento cadastral prévio e utilize a parametrização adequada de CST e cClassTrib por item. Como verificar se funcionou? Rotina recomendada de acompanhamento Checklist rápido Quer se aprofundar? Este guia apresenta uma visão prática e resumida do tema. O conteúdo original completo aprofunda o arcabouço normativo detalhado da Reforma Tributária, a análise técnica de estruturas de arquivos XML, a simulação avançada em ambiente de testes da Plataforma CBS e a elaboração do Projeto Aplicado completo de adequação organizacional.
Como gerenciar estoques estrategicamente na Reforma Tributaria
Como gerenciar estoques estrategicamente na Reforma Tributaria Use este guia para planejar, controlar e auditar estoques com foco em eficiencia operacional e conformidade com a Reforma Tributaria do Consumo. O que você vai fazer? Voce vai dimensionar modelos de estoque, aplicar classificacoes de criticidade e estruturar previsoes de demanda para minimizar custos de armazenagem. Tambem vai transformar o estoque fisico em um ativo fiscal digitalizado para assegurar creditos de IBS e CBS e prevenir autuacoes por divergencias de inventario. Quando usar? Quem participa? Antes de começar Princípio: O estoque deixa de ser um deposito meramente fisico e passa a ser tratado como um ativo fiscal digitalizado. Como fazer 1. Mapeie o fluxo logístico de suprimentos Mapeie as atividades logisticas e a integracao entre compras, farmacia, faturamento e fiscal para identificar gargalos e pontos de vulnerabilidade no recebimento. Resultado esperado: Fluxograma de processos logísticos com matriz de riscos operacionais e fiscais de abastecimento. 2. Dimensionar modelos e políticas de estoque Calcule e ajuste os diferentes tipos de estoque para equilibrar capital de giro e nivel de servico. Resultado esperado: Planilha de cálculo de políticas de estoque parametrizada com fórmulas de giro, estoque de segurança e ponto de ressuprimento. 3. Classifique materiais e projete a demanda Priorize os itens do estoque e antecipe as necessidades de consumo. Resultado esperado: Matriz ABC/XYZ estruturada em planilha acompanhada de relatório de previsão de demanda para o ciclo operacional. 4. Controle custos e implemente a governança fiscal Mensure os custos de armazenagem e blinde a operacao contra riscos tributarios. Resultado esperado: Painel de indicadores de gestão de materiais implementado e checklist de auditoria de inventário validado para fins operacionais e fiscais. O que pode dar errado? Divergência entre o estoque físico e os registros digitais Divergencias entre a contagem fisica e os registros do sistema ERP podem gerar presuncao legal de omissao de receita e perda de creditos de IBS e CBS. Como prevenir: Implemente rotinas de inventario rotativo continuo e saneamento cadastral integrado com a area fiscal. Ruptura em insumos críticos de saúde A falta de medicamentos e materiais hospitalares compromete a assistencia e a operacao. Como prevenir: Utilize classificacao XYZ, calcule estoques de seguranca adequados e monitore prazos de reposicao. Como verificar se funcionou? Rotina recomendada de acompanhamento Checklist rápido Quer se aprofundar? Este guia apresenta uma visão prática e resumida do tema. O conteúdo completo detalha a aplicação avançada de modelos temporais de previsão de demanda, cálculos aprofundados de custos agregados de estocagem, simulações de dimensionamento de lotes e a interpretacao detalhada das exigências das Leis Complementares nº 214/2025 e nº 227/2026 para a apuração assistida de tributos.
Como adequar a precificação e as rotinas fiscais à Reforma Tributária
Como adequar a precificação e as rotinas fiscais à Reforma Tributária Use este guia para calcular os impactos da Reforma Tributária do Consumo na formação de preços, margens de rentabilidade, substituição de tributos e gestão de créditos. O que você vai fazer? Calcular os impactos da Reforma Tributária do Consumo na formação de preços e nas margens de rentabilidade corporativa. Você vai substituir tributos legados pelo IVA Dual (IBS e CBS) e pelo Imposto Seletivo, reformular fórmulas de mark-up com cálculo “por fora”, aproveitar créditos fiscais e revisar contratos de longo prazo. Simular operações utilizando planilhas de mark-up, decomposição de custos e a Calculadora RTC (versão web ou componente offline via API). Quando usar? Quem participa? Antes de começar Tenha noções de custos, precificação, tributos sobre o consumo ou controladoria. Tenha acesso aos seguintes recursos e legislações: Como fazer 1. Mapear o marco regulatório e o cronograma de transição Compreenda os problemas estruturais do modelo anterior e o cronograma de substituição tributária. Resultado esperado: Matriz comparativa e quadro de transição de alíquotas com o cronograma detalhado de substituição por ano-calendário. 2. Aplicar a metodologia de cálculo por fora e gestão de créditos Substitua a incidência “por dentro” pelo cálculo “por fora” e aproprie os créditos sobre insumos. Resultado esperado: Planilha de decomposição de custos e apuração do custo líquido de aquisição com apropriação plena de créditos. 3. Reprecificar produtos e serviços Recomponha as planilhas de custos e formule o novo mark-up. Resultado esperado: Tabela de preços oficial parametrizada com memórias de cálculo oficiais e comparativo de rentabilidade líquida. 4. Executar o plano de transferência para o trabalho em etapas Implemente as mudanças operacionais de forma cadenciada na empresa. Resultado esperado: Plano Corporativo de Reprecificação Estratégica e Gestão de Margens implantado. Como verificar se funcionou? Quer se aprofundar? Este guia apresenta uma visão prática e resumida do tema. O conteúdo completo original aprofunda o histórico legislativo detalhado, simulações avançadas em cenários setoriais para comércio, indústria e serviços, além de diretrizes para o desenvolvimento completo do projeto aplicado de reprecificação e gestão de margens.
Como adequar operações imobiliárias à regulamentação da Reforma Tributária
Como adequar operações imobiliárias à regulamentação da Reforma Tributária Este guia ajuda o leitor a aplicar o arcabouço normativo das Leis Complementares n. 214/2025 e n. 227/2026 nas operações imobiliárias, apurando IBS e CBS, utilizando redutores e gerindo interfaces com o CGIBS. O que você vai fazer? Você vai estruturar o cálculo de IBS e CBS, aplicar redutores legais, gerenciar contratos de longo prazo e configurar a conformidade fiscal e administrativa para incorporações, loteamentos e locações imobiliárias. Quando usar? Quem participa? Antes de começar Princípio: Domine as normas gerais do IBS e da CBS, as regras específicas para bens imóveis e a utilização oficial da Calculadora de Tributos RTC. Como fazer 1. Mapear a sujeição passiva e as hipóteses de incidência 2. Calcular a base de cálculo e aplicar redutores legais 3. Estruturar a incorporação imobiliária e o período de transição 4. Conduzir a governança com o CGIBS e tributos subnacionais O que pode dar errado? Incompatibilidade nos contratos de longo prazo [Contratos preexistentes e de longo prazo sem repactuação podem gerar passivos tributários devido à falta de previsão para o repasse do IVA Dual.]Como prevenir: Realizar auditoria da carteira imobiliária e dos contratos vigentes em até 30 dias para implementar os aditivos contratuais necessários. Como verificar se funcionou? Rotina recomendada de acompanhamento Checklist rápido Quer se aprofundar? Este guia apresenta uma visão prática e resumida do tema. O conteúdo completo original aprofunda a análise detalhada da evolução histórica das PECs 45 e 110 até a EC n. 132/2023, o exame exaustivo das normas gerais da LC n. 214/2025 e da governança do CGIBS e contencioso administrativo da LC n. 227/2026, além de exercícios laboratoriais práticos e desenvolvimento integrado do Dossiê Estratégico de Conformidade e Viabilidade Fiscal para Empreendimentos Imobiliários.